
Amanhã é dia de passar ao lado da sua querida mãezinha, por isso, aproveitamos a oportunidade para lembrar, hoje, de algumas das piores mães da sétima arte. Por que sabemos que sem alguns bons traumas e complexos de Édipo, não teríamos metade das grandes histórias do cinema.
Mas não se preocupe. Amanhã publicaremos um especial com as melhores mães do cinema.
Psicose (1960)
Neste grande filme do Hitchcock (e qual não é?), Anthony Perkins interpreta o famigerado Norman Bates. Talvez o terceiro grande serial killer do cinema (não podemos esquecer de “M - O Vampiro de Dusseldorf”, com o incrível Peter Lorre, e “Nosferatu”, do Murneau). Mas ele não seria nada sem sua mãe controladora para criar traumas profundos em relação à sua libido.
Sexta-Feira 13 (1980)
O primeiro filme da franquia mostra a bonita relação entre a mamãe e o pequeno Jason Voorhees. Isso até Jason ser acidentalmente morto no Lago Crystal e isso despertar a fúria de vingança assassina em Pamela, a mãe. Nas sequências eles esquecem tudo isso e o assassino é o espírito encarnado de Jason mesmo. Uma curiosidade: foi um dos primeiros filmes de Kevin Bacon.
O Sexto Sentido (1999)
Ah, que saudade do tempo que a gente achava que o diretor M. Night Shyamalan só faria coisas bacanas. Em seu filme de estreia, ele montou um interessante thriller, com um grande “final surpreendente”. O menino Cole (Haley Joel Osment) vê fantasmas. O tempo todo. O problema é a mãe, numa excelente interpretação de Tony Collette, que vê o filho retraído, assustado e com problemas de relacionamento e não faz absolutamente nada quanto a isso.
Jogue a Mamãe do Trem (1987)
Na comédia dirigida e estrelada por Danny Devito, ele quer muito se livrar da mãe, personagem de Anne Ramsey (1929 - 1988), e por isso se junta à Billy Crystal para, bem, jogar a mãe do trem. Mas imagine o tipo de miséria que uma mãe causa num filho para que ele deseje algo assim? Bem, no vídeo abaixo dá pra ter uma ideia:
Goonies (1985)
Falar somente da Mama Fratelli, interpretada pela mesma Anne Ramsey aí de cima (aparentemente, uma especialista em ferrar os filhos), é chutar cachorro morto. Só a sua relação com o inesquecível Sloth (John Matuszak): ela deixou ele cair do berço e prendia ele com correntes. Mas e quanto a todas as outras mães do filme? Os filhos fogem de casa, ficam mais de 24 horas fora e eles não fazem absolutamente nada. Fora a pressão de ter que pagar a hipoteca de casa. Os jantares em família deviam ser divertidíssimos!
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