O empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, repassava informações secretas de ações policiais para a chefe de gabinete do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), de acordo com o relatório da Polícia Federal sobre a Operação Monte Carlo.
As informações fornecidas a Eliane Gonçalves Pinheiro teriam prejudicado as investigações do caso, que pretendem desarticular o esquema de jogos ilegais sob a chefia de Cachoeira.
Ela teria recebido do contraventor um telefone de fora do país, assim como o senador Demóstenes Torres, e chegou a alertar um prefeito de que ele estaria sendo investigado na Operação Apate, que começou no dia 13 de maio de 2011, com a finalidade de combater fraudes tributárias contra a Receita Federal em Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Pará.
Nenhum comentário:
Postar um comentário